Mais gente, mais encontros, novas fronteiras

Um novo palco para o PHP

Ilustração de uma mão aberta com o mapa da América Latina em vermelho na palma

Em 2026, o Prêmio Hambúrguer Perfeito chega ao Memorial da América Latina.

Foram pouco mais de 200 pessoas no PHP24 e 400 no PHP25. A cada edição, a plateia cresce junto com a relevância do prêmio, a participação das marcas e, principalmente, a vontade do mercado de estar ali. Em 2026, precisávamos novamente de mais espaço. Mas não queríamos apenas encontrar um auditório com mais cadeiras.

O PHP também está crescendo para fora. Pela primeira vez, o prêmio atravessa oficialmente as fronteiras brasileiras com a categoria Melhor Hambúrguer da América do Sul. Até o fechamento desta revista, profissionais de pelo menos outros quatro países já tinham presença confirmada na cerimônia.

Era preciso encontrar um lugar que comportasse esse novo tamanho do PHP e, ao mesmo tempo, representasse o movimento que estamos fazendo. E encontramos os dois no Memorial da América Latina.

Um lugar pensado para a América Latina

Inaugurado em 1989, na Barra Funda, em São Paulo, o Memorial da América Latina nasceu justamente com a proposta de aproximar os povos do continente. Concebido culturalmente por Darcy Ribeiro e projetado por Oscar Niemeyer, o complexo ocupa mais de 84 mil metros quadrados e reúne espaços dedicados à cultura, à arte, ao conhecimento e ao encontro latino-americano.

Não é apenas um endereço importante de São Paulo. Sua própria razão de existir conversa com o momento que o PHP vive. Se durante muitos anos percorremos o Brasil para conhecer, registrar e celebrar a cultura do hambúrguer que se desenvolvia por aqui, em 2026 ampliamos esse mapa. Começamos a olhar com mais atenção para nossos vizinhos, para as particularidades de seus mercados e para as diferentes maneiras como o hambúrguer ganhou sotaques, ingredientes e identidades pelo continente.

Realizar essa edição justamente em um lugar criado para promover integração latino-americana torna o endereço parte da história que queremos contar.

Muito mais espaço para encontros

A cerimônia do PHP26 ocupa a Plateia A do Auditório Simón Bolívar, com capacidade para aproximadamente 1.000 pessoas. É mais que o dobro do público recebido na edição anterior e cinco vezes a plateia de apenas dois anos atrás.

+200PHP24
400PHP25
1.000PHP26

Mas havia outro tipo de espaço que também queríamos ampliar. Quem já viveu um PHP sabe que a noite não acontece apenas quando as luzes se apagam e começa a premiação. Ela acontece nos reencontros, nas apresentações, nas conversas que começam por acaso e nos nomes que finalmente ganham rostos depois de anos de contato pelas redes.

Hamburgueiros de diferentes estados se encontram. Indústria, fornecedores e prestadores de serviço conversam diretamente com quem está na operação. Concorrentes trocam experiências. Novos negócios começam. O mercado se reconhece.

Por isso, o foyer integrado ao auditório pesou tanto na escolha. Pela primeira vez, temos uma área capaz de receber com mais conforto o pré e o after, criar experiências com as marcas parceiras e, principalmente, permitir que as pessoas circulem. Mais espaço para ver. Mais espaço para ser visto. Mais espaço para se encontrar.

O Memorial ainda tinha uma surpresa

Quando escolhemos o Memorial, uma parte importante da identidade do PHP26 também já estava definida. Depois de uma edição marcada pelo fundo preto e pelo tema Hambúrguer é arte, queríamos que 2026 tivesse outra energia. A expansão para a América do Sul pedia uma identidade mais vibrante, alegre e colorida. Azul, vermelho e amarelo ganharam protagonismo na nossa interpretação visual dessa latinidade.

O espaço já estava decidido quando voltamos ao Memorial para a visita técnica. E então entramos novamente no Auditório Simón Bolívar onde está a monumental tapeçaria de Tomie Ohtake, com cerca de 800 metros quadrados. Uma obra de formas intensas dominada justamente por azul, vermelho e amarelo.

As cores do PHP26 já estavam lá. Não escolhemos o Memorial por causa delas. Mas naquele momento foi difícil não enxergar uma espécie de confirmação visual de que tínhamos chegado ao lugar certo.

Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, com a tapeçaria em azul, vermelho e amarelo ao fundo
Auditório Simón Bolívar · tapeçaria de Tomie Ohtake · cerca de 800 m²

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